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João Rodrigues
Estudante de LEA

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João Rodrigues: Uma montagem cósmica.

Foto: Nasa

A vastidão cósmica não pára de nos surpreender. Nem mesmo aos cientistas que, mesmo dedicando vidas inteiras à contemplação do cosmos, ainda conseguem encontrar motivos para ficarem de boca aberta, pasmados perante novas descobertas, algumas, como esta, relativamente próximas. A imagem, à primeira vista, aparenta ser de galáxias longínquas, possivelmente colocadas nesta quase comovente posição através de uma elaborada montagem, talvez photoshop, ou gimp, ou um outro software mais elaborado que a malta da NASA usa. Mas a verdade é que esta é uma foto tirada pelo telescópio hubble a um conjunto de galáxias a cerca de 166 milhões de anos luz da nossa, o que, em termos cósmicos, representa a rua do lado.

Mas o que esta foto tem de verdadeiramente fascinante é que nos revela um conjunto de galáxias-anãs em rota de colisão, sendo que as estrelas que compõem algumas destas galáxias são muito recentes (menos de 10 milhões de anos). Desta colisão vai resultar uma única galáxia elíptica, similar à nossa. Este evento é uma janela para a criação da nossa própria galáxia, que tem tanto de raro como de elucidativo.

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Raul Santos
Estudante de LEI

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Raul Santos: Pirate vs Pay - e mais problemas...

Como se não fosse suficientemente mau para a Ubisoft o facto de terem criado o sistema de protecção anti-cópia mais ridículo (leia-se "castrador") de todos os tempos que foi quebrado um dia após o seu lançamento, agora começa a ficar claro (para as pobres almas que ainda achavam que isto era bom) a valente quantidade de guano que é descarregada em cima dos utilizadores que compram os jogos com este sistema:

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: São uns mauzões…, eles…

Serei só eu a achar que as reclamações do pessoal já atingiu níveis que ultrapassam o absurdo? Ainda hoje ouvi nas noticias que os agricultores do Oeste ainda não receberam os subsidios do Governo devido aos problemas de Dezembro…, certo…, mas serei eu o único a ver a quantidade de problemas devido a catástrofes naturais que o nosso país está AGORA a sofrer? É assim tão mais importante os subsidios do que investir em socorrer aqueles que precisam AGORA?

O Inverno ainda não acabou, nem se sabe o que está para acontecer ainda, e falam-se em subsidios agrícolas de algo que aconteceu em Dezembro… Ou será que são daqueles subsidios que alguns agricultores aproveitam para derrubar vinhas ainda em estado de produção, porque têm direitos para o receber? Sou do campo e anualmente presencio situações de puro abuso, pessoas que tendo propriedades em produção optam por usar um subsidio qualquer do Governo para “re-qualificação” e reconstroem tudo recebendo ainda mais subsidios para colmatar as “perdas”… Se havia necessidade para tal? Não. Porque o fizeram? Porque lucram com isso. Agora vê-se pessoal a reclamar que os subsidios não aparecem…, quantos desses não abusaram dos direitos no passado? Se calhar estão à espera de problemas devido às chuvas para pedirem mais subsidios e antes que venham mais estragos, toca a sacar já o dinheiro ao Estado!

Isto irrita-me profundamente, é um egoismo cego. Não olham para a actualidade e colocam como prioridade o próprio umbigo.

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Raul Santos
Estudante de LEI

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Raul Santos: Pirate vs Pay - afinal já acabou...

Parece que eu tinha razão. Como não podia deixar de ser, o novo esquema de protecção dos jogos da Ubisoft revelou-se tão bom quanto todos os que o precederam: já foi quebrado.


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João Rodrigues
Estudante de LEA

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João Rodrigues: Eu é que sei!

Mas será que sei? Realmente não sei se sei, mas será que alguém sabe se sabe? Ou será que alguém simplesmente sabe? Isto sei que não sei. Ou como diria o célebre filósofo, só sei que nada sei. Bem, não é bem nada, sei algumas coisas, mas também sei que não sei. E heis que neste raciocínio, me deparei com o paradoxo do saber: saber que nada se si é, por si só, saber alguma coisa, logo não sei nada, mas sei alguma coisa – que nada sei.

Percebeste? Não? Pois, eu também não.

Mas a questão também não é essa, é outra. Qual? Sei lá qual, afinal tinhamos concluído que eu nada sei, certo? Ou era que afinal sei?

Olha, não sei!

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Raul Santos
Estudante de LEI

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Raul Santos: Pirate vs Pay

Isto é o estado actual do consumo de entretenimento controlado pelas grandes corporações que só vêem lucro à frente:

Pirate vs. Pay - original em http://cache.gawkerassets.com/assets/images/17/2010/02/pirate-vs-pay.png (original aqui).

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Raul Santos
Estudante de LEI

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Raul Santos: O Fim da Linha, por Mário Crespo

Não é novidade mas penso ser suficientemente importante para divulgar.

Original no site do Instituto Francisco Sá Carneiro.

O Fim da Linha
Mário Crespo

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João Rodrigues
Estudante de LEA

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João Rodrigues: O pintor

Havia, lá na rua, um desenhista, daqueles que fazem biscates a retratar fotografias a carvão. Lá no bairro era conhecido pelo “pintor” não sei se por ignorância ou se porque para alem de desenhar, também pintava, mas nunca o vi a pintar. O pintor estava todos os dias sentado num pequeno banco, daqueles desdobráveis, em frente à tasca do Zé, tinha a tela presa a uma velha armação de madeira e a fotografia agarrada a ela por uma mola, sempre no canto superior direito. Não creio que alguma vez alguém tivesse mantido com ele uma conversa mais longa que a necessária para acordar os termos do próximo biscate, pelo que ninguém sabia em que país ele tinha nascido pelo sotaque e cor de pele sabiam apenas que ele não era Português.

O pintor era negro, aparentava ter os seus 60 anos e pelo aspecto das mãos, enrugadas e calejadas, dava a sensação de que tinha levado uma vida de trabalho (talvez no campo, talvez numa fábrica) antes de se dedicar ao que era, evidentemente, a sua arte. O pintor tinha uns profundos olhos castanhos e um olhar aterradoramente melancólico, daqueles capazes de derreter as pedras da calçada. Poderá ter sido o fascínio causado pelo seu olhar que me fez aqui contar a história do pintor, não o sei. O pintor andava quase sempre de gorro e vestia uma camisa de flanela nos dias mais frios, no verão trazia vestido uma camisa de manga curta. Os sapatos, esses, eram os mesmos sapatos pretos, desbotados e rotos, todo o ano.

O pintor tinha uma característica curiosa que o tinha deixado famoso no pequeno bairro onde eu morava – as imagens que ele desenhava pareciam estar vivas, eram mais do que meras imagens, era quase como se fosse a própria pessoa gravada ali, a carvão, ao invés da imagem dessa pessoa. É difícil de perceber, eu sei, eu próprio não acreditei quando me contaram, até ver com os meus próprios olhos um quadro da sua autoria, e testemunhar, ao vivo, o mortífero olhar de um individuo, perfeitamente retratado numa tela. Diz-se que foi um dos seus quadros que levou à loucura uma senhora que morava no 23. A senhora do 23 era uma velhota que, quando eu era miúdo, costumava passar na rua de braço dado com o marido, ela, quando me via, afagava-me as bochechas enquanto comentava a minha altura. Infelizmente o marido da senhora do 23 teve um ataque cardíaco há uns anos, e não sobreviveu. E quando o pintor apareceu lá na rua ela esteve entre as primeiras a pedir-lhe para retratar uma fotografia do seu marido, tirada por um fotografo da avenida (que no seu ramo era bastante conhecido), em que o seu marido ostentava um fato e gravata e, com um olhar profundo, mirava a lente fotográfica. Ao conhecer a importância desta fotografia para a velhota o pintor esforçou-se e considerou o resultado um dos seus melhores trabalhos. Uns meses depois a senhora do 23 foi vista a ser levada para uma ambulância enquanto gritava “ele está vivo, o meu amor está vivo”. Nunca ninguém soube as circunstâncias que levaram a este acontecimento, mas a verdade é que nunca mais ninguém ouviu falar da senhora do 23.

O pintor morava num bairro social recente, toscamente construido, umas ruas abaixo da minha. Os prédios eram dolorosamente coloridos, desprovidos de varandas. Eram, na minha opinião, prisões individuais, não do corpo, mas da mente, uma perpetuação da baixa auto-estima, pobreza e solidão. Não solidão no sentido individual, mas uma solidão do grupo, pois no fundo estamos perante um estrato social isolado do resto da sociedade, marginalizados pelo betão barato que forma as paredes das suas casas. E não acredito que as vivas cores que enfeitavam as paredes exteriores dos prédios tivessem qualquer efeito em esconder a depressão e desespero que, dentro delas, se podia cortar ás fatias. Se estes bairros sociais são uma solução, não são os problemas das pessoas que la vivem que ficam resolvidos.

E o pintor não era excepção. Morava num prédio bem no centro desse bairro, com as paredes marcadas pelas expressões artístico-territoriais dos jovens do bairro, os graffitis. Ele não morava sozinho, tinha uma mulher, sua companheira de longa data. Ela tinha uma estatura baixa, ligeiramente obesa, partilhava com o pintor as mesmas origens, com o mesmo tom de pele e o mesmo sotaque. Ela trabalhava como ama na rua abaixo da minha. Segundo me haviam contado era uma pessoa extremamente dócil, as crianças pareciam adorá-la, cresciam saudáveis e os pais, babados, passeavam pela rua o cuidadoso trabalho da ama dos seus filhos. Ela e o pintor estavam juntos há 40 anos e o amor que ambos nutriam um pelo outro nunca se havia apagado. Não seria errado dizer que o pintor sentia, por sua mulher, a mesma paixão que há 40 anos os uniu. Tal também se aplicava à sua mulher. Ambos partilhavam na mão esquerda uma aliança de bronze. A vida não tinha ainda permitido ao pintor comprar uma aliança de ouro, mas ele guardava esse sonho, oferecer, à sua mulher, uma aliança de ouro, só então é que ele consideraria o seu casamento completo.
O pintor e sua mulher saiam todos os dias à mesma hora de casa, ela para ir tratar dos miúdos, e ele para se ir sentar no seu local habitual, onde ficaria a desenhar o resto do dia. Apesar dos problemas financeiros, o dinheiro ia chegando para viver, compravam comida, pagavam as contas e volta e meia lá compravam mais uma peça de roupa ou o arranjo de um electrodoméstico, não tinham dívidas. O pintor era feliz, fazia a sua arte, aquilo que mais gostava de fazer, e morava com a única pessoa que o compreendia, a sua única companhia.

Certo dia, o pintor saiu sozinho de casa para ir trabalhar, sua mulher havia ficado na cama, indisposta, segundo ela, com uma constipação. Lembro-me do olhar do pintor nesse dia, enquanto o via desenhar mais uma cara, tinha-o pesado, como se o peso do mundo descansasse sobre ele. Estava preocupado. Com o dinheiro do biscate desse dia comprou uma galinha, para fazer uma canja para a mulher, para a fazer sentir melhor. Nessa semana a sua mulher não saiu de casa, o pintor todos os dias ia a casa fazer-lhe o almoço e voltava ao seu local de trabalho mas, quando chegou o fim de semana, o seu estado tinha-se agravado bastante. Na semana seguinte o pintor ficou com ela todos os dias, achava que era cedo demais para perder a sua companhia dos últimos 40 anos. Quarta-feira, vendo o estado da sua mulher cada vez pior, chamou um médico, que lhe custaria as suas últimas poupanças. O médico esteve meia hora no quarto a examiná-la quando saiu disse ao pintor que ela encontrava-se já numa fase terminal de uma estirpe de tuberculose particularmente agressiva, e que não havia nada a fazer. Deixou o pintor com várias caixas de analgésicos, deu-lhe uma injecção de antibióticos e partiu, sem pedir qualquer pagamento. Ao ouvir as palavras do médico o pintor sentiu a sua vida a ruir. O seu amor, a sua única companhia na dura vida que havia levado iria partir. O pensamento de solidão assaltou-o como ele nunca antes o tinha sentido, e uma tristeza profunda fê-lo soluçar.

Nos dias que se seguiram o pintor não saiu de perto da sua mulher, sabia que era os últimos que iam ter juntos. Ainda mais lhe entristecia não ter podido oferecer-lhe um anel de ouro, como ele sempre sonhou fazer. nas alturas em que a sua mulher estava mais lúcida ele alimentava  a esperança de o médico se ter enganado, mas a forte recaída que ela tinha de seguida apagava essa esperança e a tristeza assolava-o novamente. No fim do terceiro dia a debilidade de sua mulher tinha atingido o seu auge, e ele via a vitalidade a abandonar o seu olhar. Chegada a noite ele sabia que seria a última que passavam juntos.
Quando o relógio mostrava as 10 e pouco da noite a sua mulher abriu os olhos num momento de consciência, fitou o choroso marido e disse-lhe:

-Foste mais que um marido, e és mais que um homem.

Os dois abraçaram-se. Pela altura que a sua mulher voltou a adormecer o pintor soluçava. Ela morreu poucas horas depois. Sem dinheiro o pintor não teve outra hipótese senão enterra-la numa vala comum, no cemitério lá da freguesia.

No dia que se seguiu ao paupérrimo funeral lá estava o pintor, sentado no seu banco, a fazer a única coisa que realmente sabia fazer, a desenhar, a expressar a sua arte, imutável e eterna. Quando a sua mulher disse que ele era mais que um homem, tinha, de facto, razão, o pintor era muito mais que um homem, era um artista.

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: Jazz Night

E ontem foi noite de Jazz! Já sentia a falta de respirar este tipo de cultura e fiquei fã do OndaJazz, e sim é publicidade mas não ganho nada com isto :( Foi uma Jam Session, bastante agradável por sinal e que inicialmente me deu uma enorme vontade de pegar no contrabaixo e começar a tocar…, que saudades que tenho dos tempos em que tocava contrabaixo na tuna… mas depois quando vi o quanto os “amadores” tocam…, bem…, vou continuar a dedicar-me aos meus solos dedicados à minha pessoa :(

Foi uma noite em que voltei a estar com o Rui, um dos meus afilhados de curso (lá vai o tempo de vida académica…), e com a namorada dele. Era também suposto ter sido uma noite de Couchsurfing, mas acabou por aparecer apenas um…, é pena…, mas também marquei um evento de “gosto peculiar” num dia onde já há um evento regular de CS, foi um bocado burrice minha :P Mas o que interessa é que a noite foi bastante porreira na mesma!

Do mesmo já não posso falar de Lisboa…, para breve vem cá uma amiga minha Cipriota e daqui a um mês e tal vem uma amiga minha Grega…, e como está Lisboa? O grandioso Terreiro do Paço, a entrada maritima de Lisboa do tempo das Naus e Caravelas…, está totalmente em obras! Um lamaçal por tudo quanto é lado, tudo nojento… Espero que não seja mais uma daquelas obras eternas…

Já Belém…, ainda não fui ver, apesar de estar mesmo aqui ao lado, mas segundo um jornal do qual não me recordo, agora está um lamaçal desde a Cimeira Ibero-Americana…, mais chiqueiro deixado pelos políticos num dos marcos mais ilustres da nossa capital…, só aquele local que toda a gente gosta de ir ver…, mas está assim há uns meses…, enfim…, é triste.

Vejamos como irei preencher mais noites Lisboetas, pode ser que vá visitar Belém à noite :)

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: Next Stop: Óbidos

Vila Medieval que sempre me causou um enorme fascínio, acho que vou levar a minha sobrinha nesta viagem de apenas um dia…, mas ainda tenho de ponderar bem isto, que não vai ser fácil mantê-la um dia inteiro longe dos pais :P

Não gosto de planear muito as coisas, apenas vou verificar os horários dos comboios para saber a que horas tenho de acordar e até que horas posso estar por Óbidos, de resto…, não há planos :) Já tinha saudades de “pensar em passear”, mesmo sendo “aqui ao lado”, vai servir de revitalizante, não fosse também ser a festa do Chocolate :D

Neste fim-de-semana que passou foi a vez de Reguengos de Monsaraz, tirei algumas fotos (não muitas) da viagem, do pessoal da banda e de outras coisas que não devo referir para bem de algumas pessoas :P Pena ter sido uma viagem relâmpago, mal consegui ver a vila quanto mais “aproveitá-la”, mas pode ser que venha a voltar lá em breve…, e daí talvez não, o interior do Alentejo nunca me atraiu muito e até agora também não me tem despertado muito interesse salvo um ou outro local. Pode ser que venha a mudar de opinião :)

De resto…, poucas novidades, algumas nem sequer vejo grande necessidade para as publicar tal é a falta de interesse das mesmas…, mas quem me pode censurar? Lifeless assumido!

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Luís Oliveira
Estudante de LEI

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Luís Oliveira: Cunhas.

Acho piada a que os supostos defensores dos direitos das mulheres queiram meter à força elementos femininos nos mais variados locais de poder...

É certo que o mundo das cunhas anda por todo o lado, mas também é certo que é decadente estar num certo sítio somente não por cunha mas por vontade maioritaria de um grupo de pressão não será muito diferente de uma cunha...

Talvez chegar aos lugares pelo próprio pé seja mais compensador e digno de respeito... digo eu!

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: Being Lifeless

Eu não estava a brincar quando disse que ia ficar um lifeless, nota-se pela (in)actividade no blog no entanto também é sinal de que ando bastante mais ocupado, o que é bastante bom no que respeita à sanidade mental de uma pessoal :P

Para aqueles que ainda não sabem, já estou a morar numa casa nova em Alcântara :D Mesmo junto às Docas, perto de Santos e não muito longe do Bairro Alto :D E com mesmo muitos restaurantes aqui à volta, um must! Estou contente com o facto de finalmente estar a morar em Lisboa, os dias parece que aumentaram substancialmente, passei das “duas horas para socializar” para as 5 ou 6, é impressionante como chego à meia noite e penso “ainda é meia-noite???“! Aliás, agora que escrevo isto…, lembrei-me que de facto já escrevi um post dedicado a este tempo extra! E até falei da casa nova…, bem, redundância…

Seguindo…, já ando a planear viagens :D No final desta semana vou a Reguengos de Monsaraz, é com a banda mas é uma viagem! A primeira lufada de ar fresco ao fim de vários meses de abstinência de nómada! Depois, ando a preparar uma visita à Beta a Portimão (é bom que comentes este post, senão vais ter de me aturar pessoalmente da forma que não queres :P ), um fim-de-semanazinho que certamente não irei esquecer! Vou estar entregue a boa gente :D Por fim, nas viagens já pensadas segue-se uma pela Galiza com o Jamiro! Uma roadtrip de uns diazinhos, que conto com muito divertimento!

Depois há as outras coisas em mente…, como a festa do Chocolate em Óbidos, provavelmente vou e provavelmente será a primeira viagem do meu roteiro de Castelos e CP que ando a fazer, e talvez um regresso a Tomar para visitar velhos amigos :)

Ideias não me faltam, só me falta dinheiro e tempo…, com o primeiro vivo eu bem…, com o segundo…, bem…, quando morrer vou deitado :)

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: Pia Verde

Tenho andado um pouco ausente das minhas actividades blogorianas, talvez também um pouco por estar doente…, mas aqui vai mais uma posta de pescada!

Uma das coisas que me tem atormentado nos últimos tempos tem sido a Via Verde, estive a passar pela zona reservada durante uma semana e tal e a levar sempre com a luz amarela, aparentemente era a pilha que estava fraca…, acontece que…, nem sequer tenho direito a um suporte eficaz, para ter a pilha trocada tenho de me dirigir a um dos pontos da Brisa para procederem à troca da pilha.

Isto nem me incomodaria muito, se não fosse a juntar a este dado o facto de que volta e meia sou apanhado em filas para entrar na via verde, enquanto que as outras faixas estão vazias…, isto sim, faz-me alguma confusão, como raio é que a via verde, que era suposto dar comunidade, acaba por me fazer perder ainda mais tempo na entrada ou saída de uma auto-estrada do que se não tivesse a caixinha maravilha…

Juntando os dois parágrafos anteriores chego a outro dilema, porque raio pagaram os meus pais 30 euros ou que raio foi, para a) não ter suporte eficiente b) não ter condições de usabilidade do sistema? Afinal de contas, é graças a “gente” como eu que eles reduziram os postos de trabalho, mas nem sequer temos direito a uma vantagem por isso? Poupam MUITOS trocos à nossa pala, mas nem sequer uma troca de pilha podem providenciar?

E a juntar a isto tudo, a salada russa começa a ficar indigesta…, porque raio pago eu X€ para ter de “andar parado” numa Auto-estrada? TODOS os dias de manhã a A5 fica congestionada, mas os seus utilizadores continuam a pagar a taxa que vai dos 0,30€ aos AA€, ou seja, pagam para terem uma via de qualidade quando no final nem qualidade nem velocidade…., chegam exactamente à mesma hora…

Moral da história, nem com via verde nem sem via verde…, a merda é toda a mesma e não há cá vantagens algumas! Agora já sei, num carro meu não meto via verde!

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Raul Santos
Estudante de LEI

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Raul Santos: Os meus parabéns e agradecimento ao jornal Sol

Não ligo nenhuma a política mas não consigo ficar muito indiferente à campanha agressiva de censura que se tem feito neste país para safar a tonelada de gajos corruptos que pelos vistos andam por aí em cargos de poder.

Hoje, como já se vinha a falar há algum tempo, o jornal Sol fez frente a essa campanha de censura.

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Luís Oliveira
Estudante de LEI

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Luís Oliveira: Espectadores

Em Portugal constroem-se estádios que ficam ao abandono...

No EUA os estádios Universitários ficam mais que lotados...

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: O Luxo da distância

Mais um post que é capaz de dar ares de comparações paradoxais, vantagens de estar longe estando perto!

Caparica, Dresden, Atenas e agora Lisboa! Ya, os extremos de facto são longínquos da minha (ainda) casa oficial, nem se comparam… É certo que Dresden e Atenas foram exemplos de uma grande distância, foi bastante enriquecedor a nível familiar, a nível de amigos e principalmente a nível pessoal! Ganhei imenso por essas experiências, e o que perdi valeu bem a pena ter perdido, na verdade nunca o tive e andava iludido. Claramente que me refiro essencialmente a amizades, mas não só.

Comecei a trabalhar no Taguspark há coisa de 2 meses e qualquer coisinha…, enquanto estava na incerteza do estágio fiz 80kms para cada lado todos os dias de transportes públicos, assim para assustar um pouco o meu percurso diário era 8kms de carro, 45minutos de comboio, 15minutos de metro, 25 minutos de autocarro. Isto apenas para um lado…, façam as contas para voltar e façam as contas dos tempos de espera entre cada um desses transportes… Andava estafado, e para juntar à festa sofro de insónias há já uns anos…

Hoje mudei-me para uma nova casa, em Alcântara! Estou a partir o apartamento com mais duas pessoas, voltei a viver em comunidade! Se antes considerava o facto de morar longe como um luxo que não era para todos e que eu valorizava mais que a minha própria vida (sim, fiz coisas que não eram propriamente “normais” no que respeita a distâncias…), agora estou a uns 45 minutos do trabalho se tanto…, primeiro dia na casa nova…, cheguei a casa pelas 20.00 e são agora 23.50 e parece que estou em casa há uma eternidade! Na semana passada, a esta hora eu já pensava “foda-se, tenho de ir para a cama!”. Era chegar a casa, aproveitar um bocado com a minha sobrinha e ir deitar-me…, que vida, hein? Agora…, bem…, amanhã vou acordar uma hora mais tarde :) Vai saber tão beeeeeeemmmm!!! Vamos lá ver é se acordo mesmo :X Mas depois dou feedback :x

Enfim, é por estas pequenas coisas que eu dou tanto valor à distância, seja de que tipo ela for! Seja perto, seja longe tem um grande valor, só resta enquadrá-la da melhor forma possível :) Só espero conseguir lidar bem com este novo factor de proximidade!

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Ricardo Martins
Estudante de LEI

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Ricardo Martins: On privacy and wrong telephone numbers

I just got scared out of my wits.

A man with the same first and last name as I called me home, saying he looked around the site [Which site!? My site!?] and wanted to order tickets for a show in London [WHAT!?]. He rambled on for a bit but I was too bewildered to pay much attention.

When I expressed my confusion, he said he was sorry and ‘hung up’. Maybe he didn’t really put the receiver down or press the button well, because the call didn’t end.

I didn’t hang up and kept listening. I know, it’s not nice to spy on people, but I was very unsettled by that call. After a little while, maybe ten seconds, I heard a woman in the background asking the man “How was it?” [The phone call? The prank?]. I suppose the man was also a bit confused as he took a few seconds to answer. He read a telephone number aloud and realized his mistake: he meant to call a ticket ordering service and got a digit wrong.

This happened after a conversation about privacy (or rather, lack of it).

Having a relatively common name and being paranoid about privacy sucks. Even moreso when people with the same name as you phone you home. As we say nowadays, I shat bricks1.

1 A dysphemism meaning someone experienced a situation that caused a profound sentiment of fear or was very startled.

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Luís Oliveira
Estudante de LEI

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Luís Oliveira: Trabalhar, trabalhar, trabalhar...

Eu não sou dos que costuma criticar o trabalho (ou falta dele) das outras pessoas... mas achei curioso que 3 (três) senhores da Câmara tivessem andando durante 5 (cinco) dias para refazerem um muro aqui do meu vizinho...

E agora dizem: "ahhh e tal e o muro era grande"

E eu digo: "ahh e tal e o muro tem 3m (três metros) de comprimento por 1m (um metro) de altura"

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Catarina Onofre
Estudante de LEI

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Catarina Onofre: [30-31 Jan] Feira Ladra Alternativa @ Largo do Salvador, Alfama



30-31 Janeiro - Feira da Ladra Alternativa em Alfama:

  • Artesanato
  • Joalharia
  • Pintura
  • Roupa
  • Bijutaria
  • Acessórios

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Catarina Onofre
Estudante de LEI

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Catarina Onofre: [29 Jan] Kumpania Algazarra @ Comuna - Lisboa

29 Janeiro no Teatro da Pesquisa, ou simplesmente Comuna, os Kumpania Algazarra irão fazer vibrar o chão como se não houvesse amanhã!


Dois dos elementos da banda irão depois saltar para a cabine de Dj para continuar a festa ao som de Balkan Beats!

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: Coisas da Rádio

Eu passo o dia a ouvir rádio, em vez do tradicional mp3/iPod coloco os fones no telemóvel e uso o programa de rádio. A rádio, nos últimos 2 meses, tem sido a minha melhor amiga…, no comboio ajuda-me a abstrair das conversas circundantes, no trabalho ajuda-me a desanuviar, no carro ajuda-me a passar o tempo no transito. E cada um desses momentos é marcado por estações de rádio diferentes, se em viagem oiço a rádio comercial (porque me diverte), no trabalho já opto por algo mais clássico ou jazz e como tal grande parte do tempo estou a ouvir a Rádio Europa onde passam música bastante boa (dentro do contexto de jazz).

Hoje aconteceu algo caricato, estou a ouvir a Rádio Europa e oiço um som como um alerta do windows…, como estou a trabalhar num open space podia muito bem ter sido de algum dos computadores à volta…, depois oiço o som do windows a encerrar…, mau…, isto agora pareceu mesmo ser da rádio…, e passados uns segundos oiço o som do windows a iniciar!!! Como o som de entrada do windows é algo longo, tirei os fones de imediato dos ouvidos para comprovar que de facto esse som vinha, e de seguida voltei a colocar os fones nos ouvidos…, e não é que o som vinha mesmo da rádio?

São coisas que acontecem, mas não é por um pequeno azar/distracção que vou deixar de ouvir uma rádio que tenho acompanhado nas últimas semanas :) Mas achei que deveria partilhar o momento aqui no blog.

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Catarina Onofre
Estudante de LEI

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Catarina Onofre: [30 Jan] DnB @ Lx Factory - II Parte do 8 Aniversário KALIMODJO

As comemorações continuam!

No espaço Lx Faktory será a 2ª parte do aniversário da Kalimodjo.
Room 1:

Elektro Fighterz
Party Sheet
Sebastião Delerue
Funk do Dr. Bastrad

Room 2:

La Resinance
MEE_K
ALIF
MCs TRESH e MOLIN
GROOVEKID com Liquid Drum'n'Bass
NOLEAF

Entrada LIVRE até à 1h30 e toda a noite para os portadores do bilhete do K8th pt1 (Ed Rush @ Domus).

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: pouca terra… pouca terra… uhhh uuuuhhhhh

Acabei de fazer uma viagem pela web algo interessante, em que até se encaixa bem no tema que vou abordar.

Assim como que se de um resumo se tratasse, o que fiz foi entrar no Google Reader, ler os meus feeds onde tenho o PrintScreen na minha lista de sites a acompanhar, li a mensagem do blog do Alcides Fonseca sobre o Estado da CP, onde encontrei uma referência para uma mensagem no blog Delito de Opinião pela Ana Margarida Craveiro onde encontrei, finalmente, o artigo que queria ler e que afinal estava no site do Público. Foi uma viagem quase tão complicada como a do senhor Manuel…, a vantagem é que acabei por conhecer outros blogs que me parecem bastante interessantes :)

Deixando de rodeios, adoro comboios, adoro viajar de comboios e já tive a oportunidade de viajar de comboio pela Europa fora, mas tenho de dar o braço a torcer neste campo, a forma como a CP está a funcionar é simplesmente péssima e seguindo os comentários que li no artigo do público, ainda querem um TVG de Lisboa-Porto….

Nos últimos tempos tenho andando a tentar criar um roteiro para visitar os Castelos de Portugal que são acessíveis por Comboios, é um projecto que pretendo levar até ao fim e que o pretendo testar pessoalmente antes de o divulgar na sua totalidade, mas é triste saber que para ir para Óbidos vou gastar uma manhã só na viagem, vou ter de fazer 2 transbordos para usar 3 comboios e vou gastar 10,90€ quando de carro teria de fazer apenas 45kms gastando cerca de 40minutos de viagem (segundo o google maps) e os gastos, mesmo indo sozinho, nunca seriam superiores a 10€.

É pena, nunca viajei na linha do Oeste, mas com factos como estes também é complicado vir a experimentar…, talvez o faça apenas para testar o roteiro que ando a fazer, mas não deixa de ser dinheiro deitado fora pois nem as carruagens tem uma condição decente, nem sequer o preço justifica a viagem.

Sou um forte defensor dos transportes públicos, mas as alternativas deveriam ser compensatórias e é evidente que isso não acontece…, é pena…, teria imenso sentido coisas banais como uma linha urbana de comboios entre Alcântara Terra e Sta Apolónia, seria bastante útil existir uma rota alternativa de intercidades Porto-Lisboa pela linha do Oeste terminando no Rossio (estação no coração de Lisboa), seria interessante ver mais regionais com rumo às Caldas da Rainha com partida de Sta Apolónia além daqueles 2 que partem às 5 da matina (sim, já estive lá para os ver partir…). Não faltam possibilidades que poderiam facilitar a vida a imensa gente, e explorar a linha do Oeste com uma chegada directa ao centro de Lisboa seria uma dessas, não fosse essa zona a que mais congestionamentos de transito dá a Lisboa durante todas as manhãs…, talvez com um regional por hora a entrar em mesmo em Lisboa vindo de Torres Vedras poderia reduzir coisas como estas, mas se nem sequer as condições existem…

Resta-me agradecer a todos aqueles que citei no primeiro parágrafo, pois se não fosse dessa forma o artigo do Público certamente que me iria passar ao lado.

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João Rodrigues
Estudante de LEA

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João Rodrigues: Backspace para retroceder no firefox em Linux

Uma das coisas que me fez mais confusão na passagem de Windows para Linux foi o facto do backspace, no firefox, não funcionar como atalho para retroceder de raiz. No entanto, e com a ajuda do google, encontrei a solução.

Basta fazer o seguinte:

- Abrir uma nova tab no firefox;

- Na barra de endereços escrever about:config e pressionar enter;

- Procurar por browser.backspace_action e mudar o valor para 0.

E o backspace estará a funcionar como atalho para retroceder.

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Catarina Onofre
Estudante de LEI

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Catarina Onofre: [22 Jan] Trance @ Prive - Praia da Luz

Trance @ Discoteca Prive - 8600 Praia da Luz

Live:

Myrah
Electronic Concept vs Orion aka Spiritual Fingers
Counteractive
South Vision

DJs:

Electronic Concept
Suradhin
Side FX

Entrada: 5€
GoaBase Link

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: Há coisas que não dá mesmo para perceber…

Desculpem-me a falta de clareza do titulo do post, mas o próprio tema também não é muito claro. Aliás, o tema é claro…, o que não é claro é os motivos que levaram a que este tema fosse discutível, e com tanta redundância da palavra tema, vou mas é seguir para o meu comentário sobre este mesmo tema :D

http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/10550663.html

Nada mais simples que um link directo, alguém me consegue explicar se esta noticia é real ou se o dia das mentiras foi transferido para o dia 15 de Janeiro? É que me custa mesmo a acreditar que algo assim possa ser verdade.

O assunto é delicado de discutir, salvo erro até é considerado como crime dizer certas coisas sobre o nosso Presidente da República que poderão ser interpretadas como acusações difamatórias, e como não pretendo ter problemas futuros com um artigo de opinião, lá vou eu ter de me reservar a certos comentários…

Enfim, com este acto e na minha opinião, o nosso Presidente da República conseguiu banalizar uma distinção que era até então considerada como de honra e mérito, e ao mesmo tempo conseguiu entre outras coisas estragar mais um pouco a sua imagem. Já não bastou os danos que o seu silencioso mandato presidencial têm feito, quando se manifesta os resultados também não são dos melhores…, provavelmente ninguém mais partilha da minha opinião, mas mesmo assim achei que a deveria expor.

Não sou muito dado a politiquices, mas estou desejoso pelas próximas eleições presidenciais, porque apesar da figura de Presidente da República ser meramente uma representação oficial do país (salvo excepções quando exercem o direito de veto ou demitem algum Governo…), acho que uma representação imparcial e não partidária é o minimo que se pede.

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Catarina Onofre
Estudante de LEI

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Catarina Onofre: KINO - Mostra de Cinema de Expressão Alemã

O Cinema São Jorge volta a ser palco do KINO, uma mostra que privilegia o cinema de expressão alemã.


Dividida em duas sessões diárias, e três ao sábado e domingo, a programação inclui obras de referência do cinema alemão, austríaco, suíço e luxemburguês.

A programação da KINO 2010 irá de novo abraçar todos os géneros cinematográficos - da comédia ao drama e do documentário à ficção. (Programação)

Na sequência da comemoração dos 20 anos da queda do muro de Berlim e da reunificação da Alemanha, o KINO apresenta um ciclo dedicado ao cinema da antiga RDA: filmes de ficção, muitos proibidos pelas autoridades. Da lista dos censurados contam-se o Spur der Steine de Frank Beyer e o Das Kaninchen Bin ich de Kurt Maetzig, em exibição na mostra.

Uma outra novidade é o destaque que a programação dará aos mais jovens, como é o caso do conto fantástico do jovem Krabat (com Daniel Brühl, protagonista de Goodbye Lenin) e a história Perlmutterfarbe

De 24 de Janeiro a 4 de Fevereiro.

Mais sobre o festival "KINO" 2010

Cinema S. Jorge
Endereço: Avenida da Liberdade, 175
1250-135 Lisboa

Telefone: 213 103 402

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Catarina Onofre
Estudante de LEI

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Catarina Onofre: [16 Jan] DnB @ Domus - 8 Aniversário KALIMODJO

Kalimodjo 8th Aniversary (K8th)
Para celebrar oito longos anos a mexer com música e receber aquele que para nós foi dos mais importantes artistas da última década (Ed Rush), juntámos 4 djs e activistas em representação dos colectivos que já desde o nosso dia zero partilhavam esta caminhada.

Com o drum’n’Bass como denominador comum; Junglize, Cooltrain Crew , Badmood e Kalimodjo (Alif, Al:x, N Sekt e Groovekid respectivamente) aqui representados para nos fazerem dançar, mais uma vez...

E para que ninguém arranje desculpas para isso não acontecer oferecemos ainda um piso de sonoridades mais FreeStyle com: Nokin, Zeder, Nery e Dr. Ki.

Tudo isto debitado pelo reconhecido Funktion One Soundsistem no recém aberto Club Domus (Alcântara).

A entrada custa 10 eur. (pré-venda até às 1h30) e 12eur à porta a partir da 1h30

Vem daí !

** PASSATEMPO em: http://kalimodjo.com/k8th

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Raul Santos
Estudante de LEI

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Raul Santos: Como sair de Repente para Kagar

É fácil.

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Gil Sousa
Ex-Estudante de MEI

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Gil Sousa: They are coming…

Para um lifeless, esta semana que passou foi algo socialmente ocupada para mim…, assim muito resumidamente tive a visita de um amigo grego a Lisboa que me ocupou logo 3 noites, passear, festas e afins…, e digo noites porque durante o dia tive de cumprir a minha obrigação como estagiário da empresa. Quinta-feira foi o dia de “folga”, portanto nada a comentar aqui…, já Sexta-feira foi outro dia complicado com um jantar de grupo no final do dia.

O Thanos chegou na segunda-feira, tais foram os atrasos com os voos que era suposto ele chegar a Lisboa às 17 e eram 21.00 ainda estava eu no aeroporto da Portela à espera dele…, mau tempo dita atrasos destes, é como tudo na vida…, o que vale é que trabalhei até às 19.30 e portanto a minha espera nem foi longa, pior foi mesmo a dele… Na primeira noite nem fizemos nada de especial, fomos “surfar” a casa de um amigo meu pois eu também queria passar algum tempo útil com o Thanos em vez de o obrigar a fazer a minha vidinha de acordar às 6 da matina e chegar a casa às 22…, e tendo em conta que ele já estava estafado, nem deu para muito mais. Três voos de Creta a Lisboa é obra, é um dia de viagem :) Mas vi na cara dele que ele adorou Lisboa, e a quantidade de vezes que ele me disse que se sentia como que se estivesse em casa também ajudou a ficar com essa percepção :)

No segundo dia “reencaminhei” o Thanos para Sintra, li no grupo de Lisboa do site do couchsurfing que alguns turistas estavam a planear ir lá, vi que um amigo meu (o Tiago) também ia com eles, então reencaminhei-o para Sintra. Vila brutal que merece bem a visita, mais uma vez ele adorou! O que sinceramente também não me parece assim tão estranho, quem não gosta de Sintra? :) À noite tivemos a Roda do Chorinho no histórico Lusitano Clube, mais uma noite brutal onde conheci mais alguns viajantes e onde fiz mais contactos para quando viajar por esse mundo fora :) Foi também a primeira vez que estive na Roda do Chorinho, bem porreiro mas seria bem melhor se eu soubesse Sambar

Terceiro dia, o Thanos andou por uma maratona…, sei que ele foi a Belém e ao Vasco da Gama, não faço ideia por onde é que ele depois andou, só sei que no Vasco da Gama ele apenas viu o Centro Comercial e ficou um bocado chateado quando eu lhe disse que lá fora é que tinha piada…, ele também chegou lá já no final do dia, portanto também não iria ver nada de especial por lá, mas é pena ele ter perdido o Parque das Nações… :( Ao sair do trabalho fui direito a casa…, aliás…, tentei ir direito a casa, mas como eu me perco sempre andei uns 20 minutos a pé dentro de Alfama a tentar descobrir como chegar a casa do Fred…, mas eu sou aquela ave rara que se perde em todo o lado… Ao me encontrar com o Thanos sugeri-lhe irmos ao Bairro Alto, ponto de encontro no Rossio, com os tradicionais atrasos de toda a gente, subida no centenário Elevador da Glória e rumo ao bairro! Quarta à noite, pensei estar melhor…, pouca gente nas ruas, mas deu para ele ficar com uma ideia do que lhe espera da próxima vez que vier a Portugal :D Ainda encontrei uns amigos por lá, foi uma noite tranquila mas bem porreira…, mas que me deu alguns efeitos secundários…

Quinta-feira, despedir-me do Thanos e rumar ao trabalho…, onde começo a sentir a voz a falhar…, talvez aquela caipirinha de meio litro que bebi e a qual comi o gelo como já do habitual me tenha feito alguns estranhos…, aliás…, talvez não, garantidamente porque hoje já é Domingo e continuo quase sem voz…, mas não há-de ser nada…

Sexta-feira…, este sim, foi um dia longo…, já fui para o trabalho novamente directo de Aveiras, ou seja, acordar às 6.40…, dia de trabalho normal e depois jantarada com o pessoal do Inov Contacto…, com esta vozinha tive de me precaver…, portanto só bebi licor beirão sem gelo :x É tipo xarope… :x Noite que durou até bem tarde, onde finalmente conheci a Elma ao fim de 12 meses após a ida de cada um para os seus destinos :P Depois vim directamente para casa…, de COMBOIO!!! Depois de uma noite destas, ainda fiz uma viagem de 50 minutos de comboio e mais 10kms de carro até casa…, enfim. :x No Sábado já passei o dia todo a dormir, e agora ando a tentar acertar os horários, que amanhã tenho de ir trabalhar novamente :P

Isto não é actividade a mais para um lifeless? :D What’s next? :D